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terça-feira, 9 de outubro de 2012

ESTUDO-- BIBLICO-- SOBRE-- VIAGEM DE JONAS


  
“Cada um de nós ou está na caravana para Nínive ou no n
avio para Társis, percorrendo o caminho de Deus

ou seu próprio. Alguns
vão para Társis religiosamente. Cantam e oram, ao mesmo tempo que fazem as coisas à sua
maneira, indo em direção diametralmente oposta
à vontade de Deus”.

1. O profeta
Possuímos poucas informações sobre o profeta

Jonas. Na his
O nome Jonas em hebraico significa ‘pomba’. No livro ap

2. O livroarece como ‘filho de Amitai’. Amitai tem sua raiz na palavra ‘emeth que tem o sentido de veracidade, honradez, fidelidade. Amitai soa como a minha verdade. Portanto, Jonas é a pomba, filha da ver
dade que quer denunciar o nacionalismo teísta de Israel e proclamar a verdade do amor de Deus por todas as nações. Em sentido figurado o nome Jonas significa a capacidade de voar. Peçamos a Deus a graça de “voar por sobre os montes e gritar sobre as cidades o amor de Deus por todas as pessoas”.tória bíblica houve um profeta chamado Jonas, filho de Amitai, natural de Gal Jéfer, d
a Tribo de Zabulon, aproximadamente 5 kms de Naza

ré. Ele foi mencionado em 2Rs 14,25 e pertence à época de Jeroboão II (séc. VIII a.C.), porém o Jonas histórico nada tem a ver com o Jonas do livro. O autor do livro está numa época posterior (séc. V a.C.) e, certamente usou o nome do profeta Jonas para dar autoridade ao seu livro. As sagradas escrituras não registram o que Jonas fez depois da pregação em Nínive. Há uma tradição que diz que foi enterrado em Nínive, mas carece de apoio histórico.
O livro de Jonas é o quinto dos profetas menores e
possui características peculiares. Ele não é uma profecia n

o sentido clássico, mas o relato da vida de um profeta. Há poucos discursos, mas uma profunda análise dos personagens a partir de suas ações.

A classificação do livro como gênero literário é controversa. A
lguns o classificam como novela, outros como parábola, outra como alegoria e, outros ainda, como narrativa histórica. O certo é que o livro usa humor e sátira para transmitir uma verdade: a salvação é universal.
Acredito que hoje esse livro seja importantíssimo para os cris
tãos, pois como disse W. W. Sloan: “está mais próximo dos ensinamentos do Novo Testamento do que qualquer outro texto das Escrituras hebraicas. O tema central é que Deus está interessado em todas as pessoas de qualquer nacionalidade ou raça e espera que aqueles que o conheçam se dediquem a compartilhar esse conhecimento”.
O livro é uma denúncia de nossas antiprofecias e anún
cio da misericórdia de Deus para todos os povos. “O objetivo do autor é levar o profeta, e na pessoa dele, os leitores a um
a verdadeira conversão à misericórdia de Deus, pois a salvação não é um patrimônio exclusivo do povo escolhido.”

O livro está organizado em duas partes paralelas: uma no mar, onde os marinheiros representam os povos pagãos e outra em terra, onde Nínive representa a cidade má e opressora de todos os tempos:
No mar
Em terra
A – 1,13
Missão de Jonas
3,1-4 – A
B – 1,4-16
Deus e os pagãos
3,5-10 – B
C – 2,1-11
Deus e Jonas
4,1-11 – C
E, para uma divisão mais completa:
I. Vocação e desobediência de Jonas – 1,1-3
II Intervenção de Deus – 1,4-2,10

1. A tempestade – 1,4-14
2. Jonas lançado no mar – 1,15-16
3. Jonas no Fundo do mar – 2,1-9
4. Libertação de Jonas – 2,10
III. Deus renova o chamado e Jonas obedece – 3,1-10
1. A missão – 3,1-2

2. A obediência – 3,3-4
3. O resultado – 3,5-10
IV. Um profeta descontente e um Deus misericordioso – 4,1-11

1. O descontentamento de Jonas – 4,1-3
2. O parece de Deus – 4,4-9
3. A misericórdia de Deus se estende a todos – 4,10-11
3. A época do livro


Apesar de o personagem histórico ter vivido no século VIII a.C., o livro fala de outra época. Fala da  

                                                                   época da reforma de
Esdras e Neemias (século V a.C.). Com a restauração de Jerusalém e do Templo foi promovido um exclusivismo religioso. Os judeus que apenas eles tinham acesso à salvação, apenas eles constituíam o povo eleito, enquanto os pagãos deviam ser castigados pelos seus crimes. A comunidade judaica do pós-exílio viv

- Separação dos estrangeiros (Ne 9,2);
eu este fecham
ento devido ao momento histórico. Eles precisavam reafirmar sua identidade que fora perdida no tempo do exílio. Para isso tomaram uma série de atitudes radicais para a purificação do povo. Vejamos algumas características desse fechamento:
- Proibição de casamentos mistos (Ne 10,31; 13,23-25; Esd 9,12);
- Expulsão das mulheres estrangeiras (Esd 9,1-10; 10,44);
- A lei foi colocada em pé de igualdade com a lei da Pérsia (Esd 7,
26).
O livro nasceu como uma denúncia a
este particularismo religioso da comunidade de Israel.
4. A cidade de Nínive

A Assíria era caminho para o mar, ligando oriente e ocidente, por isso sofreu várias invasões. Estas invasões despertaram nos ninivitas um profundo espírito de guerra. Criaram um forte exército com cavalos, carros de guerra e armas d
e fogo superiores aos povos vizinhos. Possuíam avançada técnica militar e eram cruéis. Para eles não bastava vencer; eles massacravam e torturavam os povos conquistados. Eles destruíam e queimavam as cidades, esfolavam os guerreiros em pedras, cortavam orelhas, órgãos genitais e narizes para servir de exemplo para intimidar os povos conquistados.
A Assíria começou a ter importância política a partir do século VIII a.C. e Nínive foi escolhida por Senaquerib para sua capital (2Rs 19,36; Is 37,37). Nínive se tornou, para o povo bíblico, símbolo da violência e maldade, pois em 722 a.C. sob Sargão II, devastou o reino do norte (Israel) e obrigou a Judeia a pagar tributos na época do rei Manassés (6
98 – 643 a.C.). Naum (1-3) e Sofonias (2,13-15) profetizaram contra ela.
A Assíria se tornou o povo inimigo por excelência, afinal como não seria? Destruiu o reino do Norte e dominou Judá por quase um séulo. Na campanha militar contra o Egito, o exército passou pela Judeia, saqueando Tebas e dominando-a por um período (671-650).
O império enfraqueceu em 631 a.C., pois os povos conquistados provocaram várias revoltas. Em 612 Nabopolazar, reis dos caldeus, junto com os medos, destruíram Ninive e iniciaram o 2º império babilônico. Portanto, na época de escrita do livro de Jonas, Nínive já não ex
istia.
Para o escritor do livro, Nínive é símbolo dos estrangeiros imperialistas que dominavam pela força. De modo mais amplo representavam os povos pagãos que tinham contato com os judeus. A sagrada escritura acusa Nínive de:
a) Conspiração contra Deus (Na 1,9);
b) Exploração dos desamparados (Na 2,12);
c) Crueldade na guerra (Na 2,12.13);
d) Idolatria, prostituição e feitiçaria (Na 3,4).
Aceitar que esse povo era objeto do amor de Deus era um
entrave para os judeus. Afinal como Deus pode amar o inimigo que os oprime? Parece que eles se esqueceram de sua vocação original: ser bênção para todos os povos (Gn 12,3; 18,18; 22,18; 26,04; 28,14; Eclo 44,21). As comunidades do interior de Judá viviam essa experiência de acolhida, pois era fiel à tradição de Abraão.
5. A mensagem do livro
A restauração pós-exílica e a reforma de Esdras e Neemias tinham levado aos limites extremos, a separação e ódio, quase sagrado, aos inimigos, particularmente aos edonitas, aos samaritanos e a todos que não pertenciam à raça santa. Os judeus aguardavam, com paciência, a concretização das profecias contra os povos pagãos, feita pe
los profetas anteriores. O atraso no cumprimento das profecias suscitava sentimentos desde o escândalo à exacerbação do sentimento nacionalista.
A mensagem do livro de Jonas é uma reação diante desse particularismo estreito e diante de uma aceitação ruim e justiceira de Deus. Nesse sentido, a escolha de Nínive não é casual. Quando o livro de Jonas foi escrito, Nínive já pertencia ao passado; porém, a lembrança da grande cid
ade, cruel e opressora, ficara na memória de todos como símbolo do mais rígido imperialismo e da mais cruel hostilidade contra o povo de Deus. A grandeza da mensagem do livro de Jonas é que também Nínive é objeto do amor e da misericórdia do Senhor.

Dois são, portanto, os aspectos da mensagem do livro: a possibilidade da conversão dos inimigos opressores e a aceitação, por parte de Israel, de que Deus seja misericordioso com eles. Os dois aspectos são especialmente importantes; porém muito difíceis de ser aceitos por um Israel habituado ao aniquilamento do opressor como único caminho de saída. Uma mensagem mais difícil ainda de aceitar, se levarmos
em conta que o livro de Jonas, distanciando-se de outros textos universalistas veterotestamentários, não concebe a conversão de povos pagãos passando pela incorporação ao povo da aliança, mas simplesmente por meio de uma mudança de conduta desde a situação religiosa em que se encontram. A mensagem é tão cheia de imprevistos, que não é estranho ver refletida no recalcitrante Jonas a atitude reticente de um povo que, desde sua consciência de escolha, tenta limitar o amor misericordioso do Senhor.

Uma releitura de Jonas nos evangelhos mostra que Jesus acolhe a mensagem de Jonas nas parábolas do filho pródigo e dos trabalhadores da vinha. A reação do filho mais velho e dos trabalhadores da primeira hora se parece muito com a reação de Jonas. Nos três casos, trata-se de uma reação mesquinha, própria de contextos puritanos e exclusivistas. Exatamente como o filho pródigo e os trabalhadores da última hora, Nínive, cidade estrangeira, pagã e inimiga, simboliza os pecadores e os discriminados. Também a eles é preciso anunciar a conversão para que Deus lhes perdoe. A parábola de Jonas é a parábola do Deus cheio de amor e misericórdia, que não despreza nada do que criou.
Entendemos esta mensagem à medida que observamos Jonas, profeta insensível, vingativo, nacionalista e soberbo, que prende sua fé no peito, enquanto Deus procura fazer com que ele a compartilhe de acordo com seu plano mais amplo de redenção. Jonas, ao lutar contra os procedimentos divinos, às vezes nos lembra o mesquinho irmão mais velho do pródigo. E como o pai, perdoador e alegre, o Senhor insiste para que Jonas abandone a planta murcha e a barraca queimada pelo sol e vá compartilhar da alegria da cidade perdoada. Jonas nos recorda ainda o servo mau que foi perdoado, mas se fechou ao perdão. Quase ouvimos Deus dizer para Jonas como disse para aquele homem malvado: “Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu, igualmente, ter compaixão [...] como também tive misericórdia de ti?” (Mt 18,32-33).
6. Milagres no livro de Jonas
1. Tempestade violenta 1,4;
2. O peixe que engole Jonas 1,17;
3. A libertação de Jonas 2,10
4. Nascimento de uma planta 4,6;
5. O verme que rói a planta 4.7;
6. O vento do oriente 4,8

Estes milagres são o testemunho de que Deus coloca as forças da natureza em ação para realizar seu plano de salvação. O amor de Deus por cada pessoa é tão grande que ele seria capaz de mover céu e terra para salvar uma alma apenas.
Conclusão
“Deus poupou os marinheiros quando pediram misericórdia. Deus salvou Jonas quando orou de dentro do peixe. Deus salvou o povo de Nínive quando respondeu à pregação de Jonas. Deus responde à oração daqueles que o buscam. Ele sempre fará a sua vontade, e deseja que todos venham a ele, confiem nele e sejam salvos. Podemos ser salvos se dermos a devida atenção às advertências que recebemos através de sua palavra. Deus agirá conforme a sua graça se respondermos com obediência, e conceder-nos-á a sua misericórdia e não o seu castigo”.


“Venham ter comigo todos os que andam cansados e oprimidos e eu lhes darei descanso. Aceitem o meu jugo e aprendam comigo, que sou manso e humilde de coração. Assim o coração de vocês encontrará descanso, pois o meu jugo é agradável e os meus fardos são leves” (Mt 11,28-30).

ESTUDO BIBLICO -- ESTUDO---SOBRE--- ABIGAIL

A pacificadora
(Texto Bíblico: 1 Samuel 25:3)

Há pessoas que são especialistas em contruir muros: vivem erguendo barreiras entre aqueles com os quais convivem, trabalham, estudam, congregam. Fazem isto promovendo discórdias, semeando contendas, espalhando fofocas, denegrindo a imagem de outro, inventando histórias. Não é sem razão que, de um modo geral, tantas crises façam parte das relações humanas. Mas hoje vamos ler sobre uma mulher que era especialista em construir pontes. O seu nome? Abigail. Além de linda, ela era sábia e usou essa sabedoria para construir uma ponte entre Davi e Nabal, o seu marido.

Logo depois do sepultamento de Samuel, Davi partiu e desceu de Parã, região desértica e inóspita. Desse lugar, soube que Nabal estava cortando a lã das suas ovelhas, num vilarejo chamado Carmelo. Esse pecuarista, extremamente poderoso e próspero, descendente do famoso Calebe, era casado com Abigail, uma mulher muito linda e muito gentil. O tempo da tosquia era um tempo de mostrar hospitalidade e generosidade, quando os envolvidos eram servidos com muita comida e bebida. Sendo assim, esta era a ocasião certa para Davi pedir uma ajuda a Nabal. Foi o que fez. Enviou a Nabal dez homens, com o objetivo de solicitar-lhe ajuda material para suprir as necessidades daqueles que o acompanhavam. Davi e os que o seguiam nunca tiveram contato pessoal e direto com aquele homem abastado. Mas, em outro tempo, em campo aberto, tiveram contato com aqueles que pastoreavam o seu rebanho. Nessa época, Davi e o seu bando – formado, na maioria, por pessoas endividadas, insatisfeitas, empobrecidas – poderiam ter atacado os pastores e roubado o rebanho de Nabal. Mas fizeram exatamente o contrário: foram como um muro ao redor deles, protegendo-os e ajudando-os contra possíveis ataques de ladrões violentos e animais ferozes do deserto. O pedido de Davi, portanto, era razoável. Ainda hoje, esta espécie de “preço de proteção” é regularmente arrecadado pelos beduínos, nas fronteiras entre as terras desérticas e as terras cultivadas.

Ao chegarem à presença de Nabal, os homens enviados fizeram uma abordagem altamente diplomática e civilizada. Fizeram exatamente conforme a orientação de Davi. Mas foram tratados com desprezo por Nabal, cujo nome significa “estupidez e insensatez”. Davi ficou grandemente indignado com aquele tratamento desrespeitoso e convocou, imediatamente, quatrocentos homens bem armados com afiadas espadas para subirem ao encontro daquele homem a fim de matar a ele e toda sua casa.

Nesse meio tempo, um dos servos de Nabal correu para avisar Abigail sobre o que havia acontecido. Ele viu que o patrão agiu grosseramente e imaginou que o pior poderia acontecer. Provavelmente, sabia que Abigail era cheia de sabedoria e faria algo para consertar essa história. E fi exatamente o que ela fez. Agiu com extrema prudência, apaziguo o coração de Davi, pediu perdão e o fez reconhecer que a vingança não era a melhor decisão naquele momento. O Espírito de Deus tomou as palavras de Abigail como espada afiada e atingiu o coração de Davi. O valente guerreiro ficou profundamente comovido. Ele passou a pesar todos os acontecimentos, consultar a consciência, considerar o preço daquela decisão pecaminosa, pensar no futuro. Davi, então, voltou atrás no seu voto. O verdadeiro Davi, então, reapareceu. Ficou tão grato que louvou a Deus por aquele encontro, fruto não da casualidade, mas, sim, da providência divina: "Bendito o SENHOR, Deus de Israel, que, hoje, te enviou ao meu encontro". Diante de tão grande livramento – pois essa atitude vingativa desagradaria a Deus e desonraria seu nome - Davi agradeceu a Deus e a Abigail (I Sm 25:33-35).


Após cumprir a sua missão de paz, "voltou Abigail a Nabal" (I Sm 25:36a). Essa volta de Abigail para o marido é incrível. Ela não estava voltando para um marido generoso, carinhoso, tranqüilo, mas para um marido mesquinho e grosseiro. Abigail, porém, não o abandonou, mas retornou para ele. Ela teve a chance de fugir com Davi, mas não fugiu. Ao chegar a sua casa, Abigail se deparou com um banquete suntuoso e um marido embriagado. Ela logo notou que aquela não seria a melhor ocasião para conversar com ele – mas uma vez, foi sábia – e pela manhã, contou a Nabal tudo que havia ocorrido. Qual foi a reação de Nabal? "Ele teve um ataque e ficou completamente paralisado" (I Sm 25:37b – NTLH). Dez dias após, "feriu o SENHOR a Nabal, e este morreu" (I Sm 25:38). Como Abigail havia dito, Deus cuidou da causa de Davi. Ao saber disso, Davi, novamente, louvou a Deus, dizendo: "Ele me vingou de Nabal, que me insultou. E assim livrou este seu servo de fazer o mal. O SENHOR castigou Nabal por sua maldade" (I Sm 25:39a – NTLH). Depois disso, "mandou Davi falar a Abigail que desejava tomá-la por mulher" (I Sm 25:39b). Abigail aceitou e se apressou em partir para junto dele (I Sm 25:40-42).


O senso de urgência de Abigail fica evidente na narrativa. Assim que soube das resoluções do coração de Davi, Abigail apressou-se para apaziguá-lo e pacificá-lo. Uma tragédia foi evitada! Talvez você conheça alguém que tenha resolvido nunca mais pôr os pés na igreja, que tenha resolvido abandonar o cônjuge, que tenha resolvido vingar-se de alguém, que tenha resolvido entregar-se às aventuras da carne... Mas não fique inerte e imóvel diante disso. Mova-se! Não seja vagarosa! Trilhe o caminho da pacificação. Inicie-se na arte de pacificar conflitos. Deus pode usar você para ajudar alguém a revogar uma decisão que poderia trazer remorso, angústia e tristeza. "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus" (Mt 5:9).

Abigail não tinha somente senso de urgênciamas tinha senso de prudência. A sua prudência pode ser vista, principalmente, no seu jeito de falar. Seis vezes chamou a si mesma de “tua serva” e oito vezes chamou a Davi de “meu senhor”. A sua fala era humilde e tranqüila. Não foi à toa que Davi a louvou. Há mulheres que não sabem falar sem elevar o tom da voz. Mas é só por meio da prudência e com mansidão que conserta-se um conflito.


Abigail também sabia que a verdadeira Justiça vem de Deus. Na hora em que ouviu dizer que Davi queria matar o seu marido, Abigail poderia ter dito: “Pode matar o meu marido. É o que ele merece”. Mas não disse. Ela deixou Deus fazer a justiça na hora certa e do modo certo! Por favor, preste atenção: sempre que você perceber que não pode fazer mais nada, espere pelo Senhor: Só Deus pode gerar justiça, e ele nos convida a sermos seus parceiros no que se refere a causas que nos envolvem ou que envolvem outras pessoas. Coloque a injustiça sofrida diante de Deus, que a tomará como uma causa Dele. Deixe-se instruir por Ele sobre os caminhos a serem seguidos. Quando você faz o que é certo, Deus cuida de encaminhar as situações da melhor forma.

Deus quer que você seja um pacificadora, alguém que atua restaurando e fortalecendo relacionamentos.

Peça-lhe autocontrole para neutralizar a gritaria com palavras suaves; para responder às ameaças com tranqüilidade; para falar claramente, sem usar de sarcasmo; para não fazer intrigas; para não ser uma permanente alimentadora de fofocas e não fomentar contendas; para ser uma melhor ouvinte e uma melhor observadora.

Seja uma pacificador ativa; construa pontes de aproximação. O pacífico deseja a paz, mas o pacificador promove a paz. Uma mulher pacificadora encoraja à reconciliação e estabelece o entendimento. Assim, valorize os relacionamentos e esforce-se, ao máximo, para mantê-los em paz, pois isso é bíblico. (Rm 12:18; Ef 4:3).

A recompensa pelo seu esforço, com certeza, será boa. No caso de Abigail, ela acabou se casando com o Rei Davi! Da mesma maneira, Deus tem tesouros para você. Creia nisso, e viva em Paz! Amém!#

 

Pregação Abençoada

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O Mais Baixado De 2012

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