44 as parábolas de Jesus registradas nos Evangelhos

As parábolas são histórias que se caracterizam por serem de certa forma curtas e objetivas. Elas têm o objetivo de transmitir ensinos e normalmente o fazem por meio de comparações, da explanação de fatos reais e de elementos comuns à época em que foram escritas. Os ensinos transmitidos são os mais variados, mas, normalmente, vemos ensinos ligados à moral e virtudes, à sabedoria e também à religião e doutrina.

No AT encontram-se algumas parábolas: 
2Sm 12.1-4; 14.6-7; Is 5.1-7; Ez 19.1-9; cap. 23; 24.1-14.  
São 44 as parábolas de Jesus registradas nos Evangelhos, alistadas a seguir em ordem alfabética:  


O administrador desonesto (Lc 16.1-9);  
O amigo importuno (Lc 11.5-8);  As bodas (Mt 22.1-14);  
O bom samaritano (Lc 10.29-37);  A casa vazia (Mt 12.43-45);  
Coisas novas e velhas (Mt 13.51-52);  
O construtor de uma torre (Lc 14.28-30);
  O credor incompassivo (Mt 18.23-35);  
O dever dos servos (Lc 17.7-10);  
As dez virgens (Mt 25.1-13);  
Os dois alicerces (Mt 7.24-27);  
Os dois devedores (Lc 7.40-43);  
Os dois filhos (Mt 21.28-32); 
A A dracma perdida (Lc 15.8-10);  
O fariseu e o publicano (Lc 18.9-14);  
O fermento (Mt 13.33);  
A figueira (Mt 24.32-33);  
A figueira estéril (Lc 13.6-9);  
O filho pródigo (Lc 15.11-32); 
A grande ceia (Lc 14.15-24);  
Jejum e casamento (Lc 5.33-35);  
O joio (Mt 13.24-30,36-43);  
O juiz iníquo (Lc 18.1-8);  
Os lavradores maus (Mt 21.33-46);  
Os meninos na praça (Mt 11.16-19);  
A ovelha perdida (Lc 15.3-7);  
O pai vigilante (Mt 24.42-44);  
A pedra rejeitada (Mt 21.42-44);  
A pérola (Mt 13.45-46);  
Os primeiros lugares (Lc 14.7-11);  
A rede (Mt 13.47-50);  
O rei que vai para a guerra (Lc 14.31-32); 
O remendo com pano novo (Lc 5.36); 
O rico e Lázaro (Lc 16.19-31); 
O rico sem juízo (Lc 12.16-21);  
O semeador (Mt 13.3-9,18-23);  
A semente (Mc 4.26-29);  
A semente de mostarda (Mt 13.31-32);  
O servo fiel (Mt 24.45-51);  
Os servos vigilantes (Mc 13.33-37);  
Os talentos (Mt 25.14-30); 
O tesouro escondido (Mt 13.44);  
Os trabalhadores da vinha (Mt 20.1-16);  
O vinho e os odres (Lc 5.37)

O Vocabulário Pervertido

O VOCABULÁRIO PERVERTIDO

O Senhor Jesus Cristo disse: “porque a boca fala do que está cheio o coração”(Lucas
6.43-45). A fala é uma faculdade diferenciada do ser humano (os animais não falam). É a expressão do nosso espírito, com ela expressamos nossas reações, sentimentos, idéias,
desejos, pensamentos, etc. Além disso, o modo e o tom com que falamos normalmente refletem o nosso estado de
ânimo, o estado de nosso ser interior (dizemos normalmente porque podemos algumas vezes falar fingidamente). Já que o falar é a nossa principal forma de expressão, a maioria dos pecados que cometemos é com a boca. Muitos outros pecados são também acompanhados por uma expressão verbal.

1. UM SINTOMA DE DECADÊNCIA.

A forma corrente de falar torna evidente a decadência moral e espiritual da presente
geração. O vocabulário utilizado hoje em dia tanto por homens como por mulheres, sejam adultos, crianças ou velhos, é um sintoma inconfundível da deterioração dos bons costumes e da pureza de espírito.
Ao mesmo temo é um testemunho eloqüente daquilo que impera no coração dos
homens: atrevimento, irreverência, agressividade, pessimismo, derrota, ironia, presunção, morbidez etc.

2. O DESPREZÍVEL VOCABULÁRIO DO VELHO HOMEM

(Colossenses 3.8-9; Efésios 4.29). Consideremos alguns dos pecados mais comuns que cometemos com a boca, aos quais devemos chamar de PECADOS e dos quais devemos nos arrepender, eliminando-os totalmente do nosso vocabulário.

a) Blasfêmias, insultos, palavras más, grosserias (Colossenses 3.8), sejam elas contra Deus, contra o nosso próximo ou simplesmente sem ter alguém como alvo específico.
b) Conversação torpe, palavras vãs ou chocarrices, palavras desonestas (Efésios 5.3-4; Filipenses 4.8).
c) Ofensas, expressões agressivas, palavras ásperas, gritarias (Tiago 3.2-12; Mateus 5.22; Colossenses 3.8).
d) Zombarias, motejo, escárnios, sarcasmos (Salmo 1.1; Provérbios 3.34). A zombaria é uma expressão muito generalizada em nosso meio, são poucos os que têm conhecimento de que ela de ser banida de nós. A zombaria é prejudicial, não flui do Espírito Santo, é obra da carne, pois não brota do amor que possuo para com a pessoa de quem estou zombando. Ao fazermos tal coisa apagamos o Espírito em nossas vidas, machucamos as pessoas e, além disso, abrimos uma porta para que a leviandade se
propague em nosso meio (Levítico 19.14). e) Fofocas, murmurações, maledicências, calúnias.

- FOFOCAS: é falatório, conto ou notícia, verdadeira ou não, com que se cria inimizades (Levítico 19.16).
- MURMURAÇÃO: é uma conversa difamatória que compromete a honra ou o bom nome de outrem.
- CALÚNIA: é acusação falsa e maliciosa feita com o propósito de causar dano (Salmo 15.3). Essas expressões, mesmo sendo semelhantes, não são idênticas; todas procedem do mesmo
espírito, ou seja, causar dano ao próximo, estando nós conscientes ou não disso. É pecado que
atenta contra a vida do outro (Levítico 19.16). Somos responsáveis diante de Deus por não
cometê-los, como também por não escutá-los (Salmo 15.3).
f) Queixas, resmungos, protestos, lamentações. A queixa é uma das notas mais dominantes
do vocabulário do homem. A queixa reflete derrota interior diante das situações de nossa
vida. Deus nos afirma em Romanos 8.28 que “todas as coisas cooperam para o bem
daqueles que amam a Deus”. Portanto, devemos sempre dar graças a Deus por tudo
(Efésios 5.20).
g) Tolices, estupidez, leviandade, inconsequências (Provérbios 15.14; Efésios 5.4;
Mateus 12.36).

3. APRENDER A FALAR DE UMA NOVA MANEIRA.

Se a boca fala do que está cheio o coração, ter um coração novo significa ter um novo
vocabulário (Lucas 6.45). Há quatro princípios que devem reger nossas conversações:
a) Tudo o que falamos deve ser para edificação (Efésios 4.29).
b) Toda conversação deve ser feita em nome do Senhor Jesus (Colossenses 3.17).
c) Tudo o que falamos deve ser com graça (Colossenses 4.6). A chave para obtermos graça é
a humildade.
d) A fé deve ser sempre a nota dominante de nossas conversações.

4. NOSSA BOCA COMO INSTRUMENTO DE DEUS (Romanos 6.13).
a) Ensinando, exortando, animando (Colossenses 3.16).
b) Orando sem cessar (I Tessalonicenses 5.17).
c) Cantando louvores, salmos e cânticos espirituais (Efésios 5.19).
d) Dando sempre graças por tudo (Efésios 5.20).
e) Pregando em todo o tempo, comunicando o Evangelho (II Timóteo 4.2).
f) Proclamando a verdade (Efésios 6.17).

g) Falando em novas línguas (I Coríntios 14.18).
"As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, ROCHA MINHA E Redentor meu".(Sl 19:14).

Portanto vamos estar atentos para o que falamos.
(ÊX 39:30) "Fizeram também, de ouro puro, a lâmina da coroa de santidade, e nela escreveram o escrito como de gravura de selo: SANTIDADE AO SENHOR."

O dizimo no Velho Testamento

INTRODUÇÃO
“Todavia andemos de acordo com o que já alcançamos.” Filipenses 3:16 (SBB1) Este ensino faz parte de todo conselho de Deus para a igreja. Não podemos deixar de ensinar a verdade porque alguns se tem utilizado dela para lucrar. Coloquemos fora o complexo de mercenário.
Como até hoje acreditávamos que este sustento era obtido através dos dízimos, julgamos necessário fazer um breve relato histórico do assunto nas Escrituras.

1. O DÍZIMO NO VELHO TESTAMENTO

ANTES DA LEI (GÊNESIS 14:18-20; 28:22 HEBREUS 7:4-10) Neste tempo não havia casa do tesouro, portanto, o dízimo não era para sustento de ninguém. Melquizedeque, rei de Salém, não precisava ser mantido, ainda assim Abraão lhe pagou o dízimo (exigência de Deus?). Jacó, seu neto, o imitou dizendo: “...de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo”. Isto soa com uma conotação de reconhecimento da soberania e autoridade de Deus. Uma manifestação de dependência e fé: “… para que aprendas a temer o Senhor teu Deus todos os dias.”
(Deuteronômio 14.23).
Regulamentado na Lei (Levítico 27:30-34; Números 18:20-24) Os dízimos eram santos ao Senhor e foi Ele quem determinou o seu uso, dando-os aos levitas. Ele era a herança das levitas e não deixou isso como poesia: concretizou essa herança, materializando-a nos dízimos (Números 18:20-24). O Uso Discriminado (Deuteronômio 14:22-29)

A. Não obter lucro com os dízimos. Quando não era possível entregá-los, que se gastasse até com bebida forte, mas que não se utilizasse o que era de Deus para lucrar.
B. Cerca de terça parte dos dízimos (uma vez a cada três anos) era utilizado para socorrer o órfão, a viúva, o estrangeiro e o levita local. Como Deus Tratava os Infiéis (Malaquias 1:6; 2:9 ; 3:6-12)


Neste texto, primeiramente Deus repreende e amaldiçoa os sacerdotes infiéis. Ainda assim exige que o povo traga todos os dízimos e ofertas à casa do tesouro, acusando de ladrões e amaldiçoando os que não o fazem. Os dízimos eram do Senhor e foi Ele quem os deu aos levitas. Deus nunca permitiu que o povo administrasse os dízimos, julgando se deviam ou não entregá-los, mesmo quando os sacerdotes eram infiéis. Isto era um problema de Deus. Ele tratava com o sacerdote infiel no seu ofício (Números 18.23) e também com a nação infiel na entrega.

ARELAÇÃO SEXUAL

1. COMO DEUS VÊ O SEXO? A relação sexual não é algo feio ou sujo, mas é algo belo que Deus criou.Quão formosa, e quão aprazível és, ó amor em delícias! Esse teu porte é semelhante a palmeira, e os teus seios a seus cachos. Dizia eu: Subirei a palmeira, pegarei em seus ramos. Sejam os teus seios como os cachos da vide, e o aroma da tua respiração, como o das maçãs. 

Os teus beijos são como o bom vinho, vinho que se escoa suavemente para o meu amado, deslizando entre seus lábios e dentes. Cantares 7.6-9 As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, seria de todo desprezado. Cantares 8.7

2. ONDE ESTÁ A IMPUREZA?
Deus considera impura toda a relação sexual fora do casamento, bem como toda a
anormalidade sexual. Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem
afeminados, nem sodomitas...herdarão o reino de Deus. I Coríntios 6.9-10
Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.. I Tessalonicenses 4.3-7

3. QUAL É NOSSO DEVER?

O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também semelhantemente a esposa ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e, sim, o marido... I Coríntios 7.3-5
a) Devemos buscar a satisfação sexual do nosso cônjuge.
b) Marido e mulher pertencem um ao outro.
c) Se negar a ter relações sexuais é muito grave porque leva o cônjuge a ser tentado por Satanás.
d) Conselhos:
 Dialogar sobre sexo para que os dois cheguem a satisfação sexual plena.
 Cuidar muito com a limpeza: banho, barba, depilação etc.

 Procurar irmãos mais maduros e buscar orientação mais detalhada.

O Sangue é Primeiramente Para Deus

O Sangue é Primeiramente Para Deus É a santidade de Deus, a justiça de Deus que exige que uma vida sem pecado seja dada em favor do homem. Há vida no sangue, e aquele Sangue tem que ser derramado em favor de mim, pelos meus pecados. Deus requer que o Sangue seja apresentado com o fim de satisfazer a sua própria justiça, e é Ele que diz: “Vendo eu o Sangue passarei por cima de vós” Êxodo 12:13. 
O Sangue de Cristo satisfaz a Deus inteiramente. É necessário esquecermos o valor que nós damos ao Sangue para visualizarmos o quanto Deus dá valor ao Sangue.

a) No antigo testamento, o sangue de animais satisfazia, temporiaramenta, a justiça de Deus: “
Porque, se a aspersão do sangue de bodes e de touros, e das cinzas duma novilha santificava os contaminados, quanto à purificação da carne,” Hebreus 9:13

b) Na nova aliança não há outra coisa que satisfaça a justiça de Deus senão o Sangue. “sendo
justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus.” Romanos 3:24-26 Portanto o Sangue resolve nosso problema de separação de Deus. Por meio do Sangue temos livre acesso ao Senhor.

2. O SANGUE SATISFAZANOSSACONSCIÊNCIA
Agora temos que considerar que, em nossa condição de incrédulos não éramos tão molestados pela nossa consciência, até que a Palavra de Deus começou a nos despertar. Quando cremos a nossa consciência pode se tornar extremamente sensível, e isto pode vir a ser real problema para nós. O sentimento de pecado ou de culpa pode se tornar tão grande, tão terrível, que quase nos paralisa porque nos faz perder de vista a verdadeira eficácia do Sangue. Algumas vezes chegamos ao ponto de imaginar que os nossos pecados são maiores que a eficácia do Sangue. Por que isso?

a) Não sabemos o valor que Deus dá ao Sangue. Isso nós já consideramos no item anterior. Devemos estar fundamentados nisso, crendo que só o Sangue de Cristo satisfaz a justa exigência de Deus
b) Não aceitamos a avaliação que Deus faz do Sangue. Podemos saber o valor que Deus dá ao
Sangue, mas não aceitarmos isso. Achamos que não é possível que seja assim, que comdevemos fazer algo mais e assim nossa consciência não se cala porque ainda queremos fazer algo mais para nos justificarmos diante de Deus.

c) Muitas vezes não avaliamos o Sangue pela visão que Deus tem dele, mas procuramos avaliá-lo pelos nossos sentimentos. Algumas vezes sentimos, outras vezes não. Portanto é necessário calar a nossa consciência demonstrando a ela o valor que Deus dá ao Sangue e ainda mais, que cremos nessa avaliação. Temos que crer que o Sangue é precioso para Deus por que Ele assim o diz. sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo, I Pedro 1:18,19 Portanto devemos ter nossa consciência purificada pelo Sangue. Não importa se nossos sentimentos dizem o contrário. Se confessarmos o nosso pecado, pondo-o na luz, temos que crer que o Sangue de Cristo já atuou e que não precisamos confessar e confessar até nossos sentimentos avaliarem se estamos ou não perdoados.

Testemunho: Compartilhar o Evangelho


Testemunho: Compartilhar o Evangelho.Quem desfruta as bênçãos de uma nova vida em Cristo acha muito natural falar da sua experiência de salvação por sua fé em Jesus. Falar do encontro com Jesus, porém, é mais do que um simples prazer; é uma responsabilidade que todos os filhos de Deus agora têm. Muitas pessoas acham-se incapazes de falar da Bíblia e do Senhor Jesus. Se você é uma dessas pessoas, anime-se, pois esta Lição irá ajudá-lo a ser uma fiel testemunha de Cristo. O próprio Deus nos fornece o equipamento necessário para que tenhamos êxito em falar do nosso Salvador e Senhor. Ele nos ensina e nos capacita para a missão de testemunhar o Evangelho do Senhor Jesus.

I - Compartilhar o Evangelho é Mandamento do Senhor Jesus
Leia as passagens citadas e responda as perguntas, de preferência, com as suas próprias palavras. Qual é o plano de Jesus para que o mundo conheça as Boas Novas do Evangelho? "Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado a vocês. E lembrem disto: Eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos"(Mateus 28.19,20). "Então ele disse: Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas"(Marcos 16.15). "Porém, quando o Espírito Santo descer sobre vocês, vocês receberão poder e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até nos lugares mais distantes da terra"(Atos 1.8).

II - Quem deve testemunhar a quem

1. Quem tem a responsabilidade de falar de Jesus Cristo aos outros?
"Os onze discípulos foram para a Galiléia e chegaram ao monte que Jesus tinha indicado. Então Jesus chegou perto deles e disse: Deus me deu todo o poder no céu e na terra. Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo"(Mateus 28.16,18,19).
"Por último Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto eles estavam à mesa, comendo. Ele os repreendeu por não terem fé e por teimarem em não acreditar no que haviam contado os que o tinham visto ressuscitado. Então ele disse: Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas"(Marcos 16.14,15). "E Saulo aprovou a morte de Estêvão. Naquele mesmo dia a igreja de Jerusalém começou a sofrer uma grande perseguição. E todos os cristãos, menos os apóstolos, foram espalhados pelas regiões da Judéia e da Samaria. Aqueles que tinham sido espalhados anunciavam o evangelho por toda parte"(Atos 8.1,4). "As Escrituras Sagradas dizem: "Eu cri e por isso falei." Pois assim nós, que temos a mesma fé em Deus, também falamos porque cremos"(2 Coríntios 4.13). "Portanto, estamos aqui falando em nome de Cristo, como se o próprio Deus estivesse pedindo por meio de nós. Em nome de Cristo nós pedimos a vocês que deixem que Deus os transforme de inimigos em amigos dele"(2 Coríntios 5.20).

2. A quem devemos falar do Evangelho?
"Mas Jesus não deixou e disse: Volte para casa e conte aos seus parentes o que o Senhor lhe fez e como ele foi bom para você"(Marcos 5.19). "A primeira coisa que André fez foi procurar o seu irmão Simão e dizer a ele: Achamos o Messias. ("Messias" quer dizer "Cristo".) Então André levou o seu irmão a Jesus. Jesus olhou para Simão e disse: Você é Simão, filho de João, mas de agora em diante o seu nome será Cefas. {"Cefas" é o mesmo que "Pedro" e quer dizer "pedra"}(João 1.41,42). "Muitos samaritanos daquela cidade creram em Jesus porque a mulher tinha dito: "Ele me disse tudo o que eu tenho feito"(João 4.39). "Então marcaram um dia com Paulo. Nesse dia, muitos deles foram ao lugar onde Paulo estava. Desde a manhã até a noite ele lhes anunciou e explicou a mensagem sobre o Reino de Deus. E, por meio da Lei de Moisés e dos livros dos Profetas, procurou convencê-los a respeito de Jesus. Durante dois anos Paulo morou ali numa casa alugada e recebia todos os que iam vê-lo. Ele anunciava o Reino de Deus e ensinava a respeito do Senhor Jesus Cristo, falando com toda a coragem e liberdade"(Atos 28.23, 30, 31).

III- Como compartilhar o Evangelho
1. Escreva algumas razões pelas quais, muitas vezes, não falamos de Jesus
aos outros: "É perigoso ter medo dos outros, mas confiar no Deus Eterno dá segurança"(Provérbios 29.25). "No entanto, muitos líderes judeus creram em Jesus, mas não falavam publicamente a favor dele para que os fariseus não os expulsassem da sinagoga. Eles gostavam mais de ser elogiados pelas pessoas do que de ser elogiados por Deus"(João12.42,43). "Pois não podemos deixar de falar daquilo que temos visto e ouvido"(Atos 4.20). "Eu não me envergonho do evangelho, pois ele é o poder de Deus para salvar todos os que crêem, primeiro os judeus e também os não-judeus"(Romanos 1.16). "Portanto, não se envergonhe de dar o seu testemunho a favor do nosso Senhor, nem se envergonhe de mim, que estou na cadeia porque sou servo dele. Pelo contrário, com a força que vem de Deus, esteja pronto para sofrer comigo por amor ao evangelho"(2 Timóteo 1.8).

2. Escreva algumas maneiras pelas quais você pode falar do Evangelho com
mais desembaraço e eficiência: "Eu sou a videira, e vocês são os ramos. Quem está unido comigo e eu com ele, esse dá muito fruto porque sem mim vocês não podem fazer nada"(João 15.5 "Os membros do Conselho Superior ficaram admirados com a coragem de Pedro e de João, pois sabiam que eram homens simples e sem instrução. E reconheceram que eles tinham sido companheiros de Jesus"(Atos 4.13). "Eu não me envergonho do evangelho, pois ele é o poder de Deus para salvar todos os que crêem, primeiro os judeus e também os não-judeus"(Romanos 1.16). "Portanto, não se envergonhe de dar o seu testemunho a favor do nosso Senhor, nem se envergonhe de mim, que estou na cadeia porque sou servo dele. Pelo contrário, com a força que vem de Deus, esteja pronto para sofrer comigo por amor ao evangelho"(2 Timóteo 1.8).

3. Qual deve ser o tema principal na apresentação do Evangelho?
"Eu passei para vocês o ensinamento que recebi e que é da mais alta importância: Cristo morreu pelos nossos pecados, como está escrito nas Escrituras Sagradas; ele foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, como está escrito nas Escrituras"(1 Coríntios 15.3,4).

4. Descreva os elementos importantes na apresentação do Evangelho nos textos abaixo: "Todos pecaram e
estão afastados da presença gloriosa de Deus"(Romanos 3.23). "Será que vocês não sabem que o povo de Deus julgará o mundo? Então, se vocês vão julgar o mundo, será que não são capazes de julgar essas coisas pequenas? Por acaso vocês não sabem que nós julgaremos até mesmo os anjos? Muito mais, então, devemos julgar as coisas desta vida!"(1 Coríntios 6.2-3). "Cada pessoa tem de morrer uma vez só e depois ser julgada por Deus."(Hebreus 9.27). "Mas Deus nos mostrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado"(Romanos 5.8). "Pois pela graça de Deus vocês são salvos por meio da fé. Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus. A salvação não é o resultado dos esforços de vocês; portanto, ninguém pode se orgulhar de tê-la"(Efésios 2.8,9). "Porém alguns creram nele e o receberam, e a estes ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus"(João 1.12).
Conclusão
1. E dever de cada cristão testemunhar o Evangelho de Cristo a outras pessoas.
Como isso deve ser feito? "Depois disso, o anjo mandou que eu entregasse a Zorobabel a seguinte mensagem do Deus Eterno: Não será por meio de um poderoso exército nem pela sua própria força que você fará o que tem de fazer, mas pelo poder do meu Espírito. Sou eu, o Deus Todo-Poderoso, quem está falando"(Zacarias 4.6). "O meu ensino e a minha mensagem não foram dados com a linguagem da sabedoria humana, mas com provas firmes do poder do Espírito de Deus"(1 Coríntios 2.4). "Pois temos anunciado o evangelho a vocês não somente com palavras, mas também com poder, com o Espírito Santo e com a certeza de que esta mensagem é a verdade. Vocês sabem de que maneira nos comportamos no meio de vocês, para o próprio bem de vocês"(1 Tessalonicenses 1.5).

2. A que coisas a Palavra de Deus é comparada para agir no coração humano e o
que faz? "A chuva e a neve caem do céu e não voltam até que tenham regado a terra, fazendo as plantas brotarem, crescerem e produzirem sementes para serem plantadas e darem alimento para as pessoas. Assim também a ordem que eu dou não volta sem ter feito o que eu quero; ela cumpre tudo o que eu mando"(Isaías 55.10,11). "Portanto, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo"(Romanos 10.17).
"Pois a palavra de Deus é viva e poderosa e corta mais do que qualquer espada afiada dos dois lados. Ela vai até o lugar mais fundo da alma e do espírito, vai até o íntimo das pessoas e julga os desejos e pensamentos do coração delas"(Hebreus 4.12).
Oração
"Senhor, Jesus, eu quero ser tua testemunha, Quero anunciar o que Tu fizeste por mim e que podes fazer tia vida daqueles que crêem em Ti. Ajuda-me com Teu Espirito Santo Amem.Versículo para decorar "Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura"(Marcos 16.15).


Livros cristãos totalmente grátis

Livros cristãos totalmente grátis

Atualmente são muitos os recursos (livros, apostilas, áudios, vídeos etc) gratuitos na rede, materiais disponibilizados pelos seus próprios criadores para a evangelização, edificação e capacitação de tantos leitores quanto possível. Vamos listar aqui uma série de bibliotecas virtuais que reúnem recursos evangélicos, com a condição de que são todos liberados pelos próprios autores para download gratuito.
Biblioteca Virtual Letras Santas - Esta biblioteca reúne centenas de materiais (livros, apostilas, folhetos, apresentações etc) de interesse evangélico ou de utilidade pública, em português, inglês e espanhol, sendo farta a literatura missionária. Todos os materiais foram disponibilizados gratuitamente pelos seus autores/editores.
Biblioteca Missionária Veredas - Nesta biblioteca no site Scribd, reunimos dezenas e dezenas de materiais (livros, apostilas, revistas, folhetos evangelísticos etc) que podem ser lidos online, e também baixados gratuitamente. Como o nome diz, o foco aqui é apenas em Missões e Evangelização.
Biblioteca Missions and Evangelism - Seguindo o mesmo princípio da Biblioteca Missionária Veredas, nesta pasta no Scribd reunimos materiais sobre Missões e Evangelização, mas apenas na língua inglesa. Folhetos, livros, revistas e muito mais!
Biblioteca Virtual da Igreja Metodista de Vila Izabel - Esta biblioteca reúne dezenas de livros, teses e estudos de autores metodistas, e outros. Uma excelente iniciativa esta, a de disponibilizar muito da literatura metodista gratuitamente. Que outras denominações sigam este nobre exemplo de mordomia cristã.
Biblioteca Virtual da Igreja da Lagoinha - A igreja Lagoinha disponibiliza dezenas de livros do Pr. Márcio Valadão e muitos outros autores. São mais de 250 (!!!) e-books com excelente projeto gráfico e variado conteúdo cristão.
Três projetos de certa maneira interligados, e que publicam constantemente e-books gratuitos, são o Projeto Spurgeon, o Projeto Ryle e o Projeto Castelo Forte. São muitos os e-books, e você pode navegar pelos sites e baixar gratuitamente muita coisa boa.


Jeremias é proibido de casar-se

O tempo é raramente indicado nas mensagens proféticas. A iminência do juízo sobre Judá, contudo, está muito claramente revelado (16.1ss). Jeremias é proibido de casar-se. Se o fizer, exporia sua esposa e filhos, caso tê-los, às terríveis condições da invasão, o assédio, a fome, a conquista e o cativeiro. A condenação de Judá está próxima e certa. Deus retirou sua paz, porque eles o desterraram de seus corações, servido e adorado a ídolos e recusado obedecer a Sua lei. Em conseqüência, Deus enviará caçadores e pescadores para buscar a todos os que sejam culpados, de forma que Judá conheça seu poder. Os pecados de Judá estão inscritos com uma ponta de diamante, e são publicamente visíveis sobre as pontas do altar, de tal forma que não há oportunidade de fugir da tremenda irritação do Onipotente. Uma vez mais, se perfilam os caminhos das bênçãos e das maldições (17.5ss). Na olaria, Jeremias aprende a lição de que Israel, assim como as outras nações, é como a argila em mãos do oleiro (18). Como o oleiro pode descartar, remodelar ou jogar fora um vaso falhado, assim Deus pode fazer o mesmo com Israel. A aplicação é pertinente; Deus aporta seu juízo pela desobediência. Incitado por esta advertência, o auditório se confabula para livrar-se do mensageiro.
II. O profeta e os líderes Jr 19.1-29.32
Os sacerdotes e os anciãos - Jeremias é encarcerado Jr 19.1-20.18
Zedequias conferencia com Jeremias Jr 21.1-14
Cativeiro para reis e falsos profetas Jr 22.1-24.10
O copo do furor para todas as nações Jr 25.1-38
Aicão salva Jeremias do martírio Jr 26.1-24
Falsos profetas em Jerusalém e Babilônia Jr 27.1-29.32.

Numa dramática demonstração diante de uma assembléia de anciãos e sacerdotes no vale de Hinom,
Jeremias afirma corajosamente que Jerusalém será destruída (19.1ss) 479. quebrando uma botija de oleiro, mostra o destino que espera a Judá. 

Em conseqüência, Pasur, o sacerdote, bate em Jeremias e o confina ao cepo da porta de Benjamim durante uma noite. Numa grave, porém normal reação, Jeremias amaldiçoa o dia em que nasceu (20), mas afinal resolve seu conflito, comprovando que a palavra de Deus não pode ser confinada. A ocasião para a troca de mensagem entre Zedequias e Jeremias (21) é o cerco de Jerusalém, que começou o 15 de janeiro do 588 a.C. 480 Com o exército babilônico rodeando a cidade, o rei se preocupa a respeito dos projetos de libertação. 

Ele está familiarizado com a história de sua nação, e sabe que em tempos passados Deus tem derrotado miraculosamente os exércitos invasores (ver Is 37-38). Em resposta à arrogante petição de Zedequias, Jeremias prediz especificamente a capitulação de Judá. Deus está lutando contra ela e fará com que o inimigo chegue até a cidade e a queime com fogo. Somente rendendo-se Zedequias poderá salvar sua vida. Em sua mensagem geral, talvez durante o reinado de Jeoiaquim, o profeta Jeremias denuncia aos governantes malvados que são responsáveis da injustiça e a opressão (22).
Concretamente, prediz que Joacaz não voltará do cativeiro egípcio, senão que morrerá naquela terra, e Jeoiaquim (22.13-23), precipitando a maldição de Deus no juízo dos maus caminhos, terá o sepultamento de um jumento, sem que ninguém lamente sua sorte. Por contraste (23), Israel recebe a seguridade de que voltará a agrupar-se no futuro de forma tal que o povo poda gozar da segurança e da retidão sob um governante davídico que será conhecido pelo nome de "Jeová, justiça nossa". 

Em conseqüência, os sacerdotes contemporâneos e profetas são denunciados em voz alta como falsos pastores que descaminham o povo. Depois de que Joaquim e alguns importantes cidadãos de Judá foram levados ao cativeiro da Babilônia no 597 a.C., Jeremias tem uma mensagem apropriada para o povo restante (24). Aparentemente têm orgulho pelo fato de que escaparam do cativeiro e se consideram a si mesmos favorecidos por Deus. Numa visão, Jeremias vê duas cestas de figos. Os figos bons representam os exilados que voltarão. 

O povo que resta em Jerusalém, será descartado como o são os figos ruins. Deus tem rejeitado seu povo e os fará objeto de zombaria e de maldição onde quer que sejam levados e espalhados. No crucial ano quarto do reinado de Jeoiaquim (605 a.C.), Jeremias de novo continua com uma palavra apropriada do Senhor (25) 481. 
Lembra com atenção que durante vinte e três anos 479 Este incidente está melhor datado nos dias de Jeoiaquim. Resulta duvidoso que qualquer sacerdote tivesse encarcerado a Jeremias nos dias de Josias. Ver comentários por Laetsch e Leslie como referências. 483 Embora pelo menos 17 anos separam os acontecimentos dos capítulos 20 e 21,  Leslie sugere que o relato em 21 alivia o duro tratamento recebido por Jeremias em 20. Ver também Rudolph, op. cit., p. 116. 481 Ver capítulo 15.

têm estado ignorando suas advertências e conselhos. Em conseqüência, por sua desobediência, Deus traz seu servo Nabucodonosor à Palestina e os sujeitará a um cativeiro de setenta anos. Com o copo de vinho do furor como figura, Jeremias declara às pessoas que o juízo começará em Jerusalém, se estenderá a numerosas nações dos arredores e finalmente visitará a própria Babilônia.

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