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sexta-feira, 8 de maio de 2015

A Pecadora Unge os Pés de Jesus com Nardo

A Pecadora Unge os Pés de Jesus com Nardo

Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a paz do Senhor!

Vamos meditar nesta oportunidade em Mc 14: 3 – 9 que diz:

3 - Estando ele em Betânia, reclinado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher trazendo um vaso de alabastro com preciosíssimo perfume de nardo puro; e, quebrando o alabastro, derramou o bálsamo sobre a cabeça de Jesus.

4 - Indignaram-se alguns entre si e diziam: Para que este desperdício de bálsamo?

5 - Porque este perfume poderia ser vendido por mais de trezentos denários e dar-se aos pobres. E murmuravam contra ela.

6 - Mas Jesus disse: Deixai-a; por que a molestais? Ela praticou boa ação para comigo.

7 - Porque os pobres, sempre os tendes convosco e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem, mas a mim nem sempre me tendes.

8 - Ela fez o que pôde: antecipou-se a ungir-me para a sepultura.

9 - Em verdade vos digo: onde for pregado em todo o mundo o evangelho, será também contado o
que ela fez, para memória sua.

Através desses versos vemos que a intenção do fariseu em levar Jesus a sua casa era simplesmente de mostrar as pessoas que recebia alguém importante em sua casa, visto que a casa ficava aberta durante o jantar.

Não se importou verdadeiramente em servir a Jesus com amor, através de gestos simples como lavar os pés e beijar-lhe a face. O ato de lavar os pés era um costume ao receber visitantes, um modo hospitaleiro de servi-los, como lemos em I Timóteo 5,10.

O ósculo (beijo) também era um cumprimento muito comum entre os judeus. Mas Simão, o fariseu, não realizou as mínimas honrarias a um visitante tão importante como Jesus, por outro lado, a mulher fez muito mais do que o necessário.

Quantas vezes nós agimos como o fariseu, querendo apenas demonstrar aos outros que temos Jesus? Vivendo uma religiosidade muitas vezes só de aparência, não se importando em nos humilhar diante dEle, confessando nossa situação pecaminosa, derramando lágrimas de verdadeiro arrependimento, adorando-O com coração sincero, lavando os seus pés.

Algumas vezes nos achando melhores ou mais santos do que outras pessoas, agindo de forma preconceituosa, até mesmo evitando se aproximar ou deixar aproximar-se de pessoas que, como aquele fariseu julgamos ser “pecadoras”.

Na igreja cantamos, louvamos, choramos, contribuímos, mas muitas vezes, na verdade é apenas de fachada, pois no nosso íntimo estamos distantes de uma genuína comunhão com o Pai.

Sejamos como aquela mulher, achegamo-nos diante dEle humildemente, Ele conhece o nosso coração, muito mais do que nós mesmos, confessemos nossas falhas, não há nada que podemos esconder dos seus olhos. Confiando que Ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça (I Jo 1,9).

Se não tivermos forças, pedimos ao seu Santo Espírito, pois é a bondade do Senhor que nos conduz ao arrependimento (Rm 2,4).

I.             Veja as definições de algumas palavras do texto:

1)            Vaso de Alabastro com ungüento - Frasco de gargalo comprido, feito de material delicado e translúcido.

O alabastro era um gesso branco, finíssimo, uma pedra mais suave do que o mármore. Ungüentos e perfumes preciosos eram transportados em frascos dessa natureza. A maioria desses frascos era proveniente de Damasco, na Síria, ao passo que o mais excelente ungüento, de nardo, procedia de Tarso, na Cilícia.

2) Denário - era uma moeda romana, feita de prata, e valia um dia de trabalho de um lavrador. 500 denário correspondiam a 500 dias de trabalho... 



E eis que de repente entra uma mulher na sala do banquete. Logo foi reconhecida por todos
como uma pecadora que vivia na região. Uma mulher imoral. Aquela de quem as pessoas comentavam, cochichavam aos ouvidos quando se aproximava.

Era discriminada. Ninguém queria a sua companhia ou amizade. Ninguém queria ser visto conversando com ela, muito menos teria coragem de tocá-la, "sob o risco de ser contagiado por seus pecados"! Era o pensamento religioso da época.

"E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento;" Lucas 7:37
A pecadora trazia um vaso de alabastro, com um bálsamo suave, que desejava ungir os santos pés de Jesus, que estavam descalços porque, segundo o costume oriental, as sandálias ficavam na entrada da casa.
A Pecadora Unge os Pés de Jesus com Nardo
Ela, sem se importar com a reprovação dos olhares dos convidados, teve grande coragem e se aproxima de Jesus, na frente da multidão que conhecia as suas ofensas. E quando se prostra com o bálsamo puro nardo, se depara com os pés do salvador.
Jesus, pés descalços, pés empoeirados, cheios de marcas dos caminhos que passara. Quanta simplicidade! Ela não resistiu ver o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, na apresentação de tão humilde servo. Um servo obediente, que estava ali sem reclamar da frieza com que fora recebido.
A pecadora imediatamente, tomada de grande emoção, não pôde se conter, num soluço, derrama lágrimas sobre os pés do mestre, com água que vinha de sua alma, os começa a lavar e os enxuga com seus cabelos.

Logo o anfitrião, dono da casa, em um excesso de farisaísmo, começa a lançar dúvidas sobre a santidade de Jesus, pois se deixava ser tocado por uma pecadora, ainda que arrependida. O Mestre lê o seu pensamento e traz uma resposta que contrasta com a ação de humildade da pecadora.
Este choro é muito profundo! Há muita reflexão aqui. Há arrependimento de pecados. A Pecadora chorava e refletia suas ações passadas. Seu coração estava totalmente arrependido, quebrantado. Pensava em uma mudança interior. Estava disposta a uma nova prática de vida.

Assim a pecadora, beijava e ungia os pés do Mestre, em uma atitude de amor, na confissão da sua incapacidade de se autojustificar, mas crendo na justificação pela fé.
O fato é que todos devem a Deus. Todos pecaram, todos estão em dívida e não têm como pagar. Assim, o que diferencia Simão o fariseu da pecadora que ungiu os pés de Jesus, são suas atitudes.
O procedimento de Simão o fariseu, foi dominado pela frieza e desconfiança, pois segundo os rituais da hospitalidade, à chegada dos convidados, um dos criados e, até o próprio dono, lavava e enxugava respeitosamente os pés, mal protegidos da poeira e barro dos caminhos, pelas simples sandálias que calçavam.
O anfitrião também recebia seus hóspedes com um beijo. E durante a refeição se derramava algumas gotas de óleo perfumado sobre a cabeça dos convidados.

"E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e mos enxugou com os seus cabelos." Lucas 7:44
"Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento." Lucas 7:45-46

Simão não cumpriu estes rituais com Jesus, manifestando seu caráter soberbo. Ele como os demais fariseus, não reconhecia os seus pecados, se achava santo, cheio da sua própria justiça. Pensava que não tinha motivo para ser perdoado.
Por isso, não manifestou obras de arrependimento. Sem arrependimento, seus pecados permaneciam.
Já a pecadora que ungiu os pés de Jesus, não se prendeu a teoria da lei, mas teve para com o Mestre uma atitude de amor. A pecadora reconhecia seus muitos pecados. E demonstrava o amor de quem alcançou um magnífico perdão.

"Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama." Lucas 7:47

Muito mais do que a Lei é o Amor. Simão não entendia que o amor supera em muito os pecados! E quem consegue entender a grandeza do perdão recebido, se entrega totalmente ao amor de Jesus.
Jesus nos passa um exemplo de humildade de beleza incomparável. Um Deus sublime, majestoso, porém humilde e acessível e que ama!
O fariseu pensava que servia a um Deus que abominava e afastava o pecador e não se importava com eles. Simão não sabia amar e perdoar.



 

Pregação Abençoada

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